| Resumo: | : No Brasil contemporâneo observa-se uma inferiorização das ciencias humanas, linguagens e
códigos, sobretudo, numa visão esteríotipada do ensino da gramática no ensino médio. Tal declinio
advém da valorização das disciplinas da área das ciências biológicas e matemática com intutito de
preparar exclusivamente para o acesso aos cursos mais acirrados dos vestibulares, como medicina e áreas
da saúde de modo geral. O objetivo deste trabalhao é apresentar os desafios do ensino de grámatica no
cursinho popular da Unifal-Campus Sede, em que demanda metodologia instigante de ensino, que vão
além dos tradicionais modelo de ensino bancário, já citado por Paulo Freire, renomando educador
brasileiro, na sua obra “Pedagogia do Oprimido”. A metodologia de ensino desenvolvida pelo professor-
aluno esteve baseada na pedagogia historico crítica de Dermeval Saviane, na obra “Escola e Democracia”
e o relato de experiência dos alunos no processo ensino-aprendizagem. Embora os desafios são inumeros,
quando se trata do ensino de gramática para à democracia, formação crítica, e sobretudo, na aproximação
do ensino popular da Unifal com a comunidade, tem mostrado uma luta necessária quando o
compromisso é o sujeito em formação. O cursinho popular, em especial, o ensino de gramática tem
realizados excelentes atividades que proporcionaram um ensino mais significativo, sem desvincular do
compromisso com a formação cidadã, preparação para o vestibular e para a vida social, trabalhista,
emocional. Sem dúvidas, o ensino de gramática no cursinho da Unifal tem contribuído na desconstrução
da visão estigmática no ensino de gramática.
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