| Resumo: | Introdução/Referencial Teórico: Ao ingressar na graduação, o estudante enfrenta
adaptações acadêmicas diante de novas exigências (Oliveira, 2014). O índice de evasão no ensino
superior é de 57,2%, considerando instituições públicas, privadas e ensino à distância (Capelato, 2024),
que impactam o indivíduo e a sociedade (Barroso, 2022). Para minimizar barreiras, o PET Fisioterapia
implementou o PET do PET, com o intuito de favorecer a adaptação ao meio acadêmico. Este estudo
objetivou verificar se a iniciativa influenciou a adaptação dos ingressantes. Material e Métodos: Os
calouros de Fisioterapia foram divididos em grupos, cada um orientado por estudantes PET. Foram
criados grupos no WhatsApp e elaborado cronograma com datas/temas. Inicialmente, aplicou-se o
Questionário de Adaptação ao Ensino Superior (QAES). Reuniões semanais de uma hora ocorreram via
Google Meet, contabilizando 10 encontros ao longo do semestre 2025/1. O QAES foi reaplicado, além
de feedback geral. Resultados e Discussão: O QAES avaliou compromisso com o curso (37,28±5,50
inicial; 37,69±5,16 final; p=0,7050), adaptação acadêmica (26,16±4,45 inicial; 25,96±3,46 final;
p=0,8159), adaptação social (33,07±6,08 inicial; 31,13±6,74 final; p=0,1357), bem-estar emocional
(26,30±6,74 inicial; 23,44±7,33 final; p=0,0462) e satisfação com a universidade (33,02±4,26 inicial;
33,13±3,56 final; p=0,8908), em amostra de 45 participantes na aplicação inicial e 54 na final, com
diferença estatisticamente significativa apenas no bem-estar emocional. Conclusão: Embora não tenha
diferença estatisticamente significativa em todos os aspectos, o projeto mostrou-se relevante para
favorecer a adaptação ao ambiente universitário, sobretudo no bem-estar emocional, por estimular a
integração entre calouros e veteranos e possibilitar maior aproximação com as atividades do curso.
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