| Resumo: | A saúde mental no contexto universitário tem se configurado como uma pauta urgente, especialmente nas universidades federais brasileiras, onde a Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) atua como diretriz nacional para garantia de permanência qualificada. Contudo, observa-se que a efetiva implementação de ações de promoção de saúde mental depende da construção de políticas institucionais específicas, capazes de integrar as dimensões de ensino, pesquisa, extensão e permanência. Este estudo ancora-se na Psicologia Escolar Crítica, que possibilita o desvelamento das configurações institucionais das universidades federais brasileiras, questionando estruturas que perpetuam o adoecimento mental e propondo transformações a partir de uma leitura contextual e dialética. Esse referencial permite analisar como as políticas de permanência podem ser articuladas para promover saúde mental de forma estruturante.
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