Ações com inscrições abertas
VIOLÊNCIAS E AUTORITARISMOS: ENSINO DE HISTÓRIA EM DIÁLOGO COM A LITERATURA
Apresentação
Trata-se de curso vinculado do projeto de extensão "Literatura e História: violências e autoritarismos" (PREAE 7644), desenvolvido em 2025 como parte do programa de extensão Laboratório de História Pública. Tal como no projeto, neste curso, o objetivo principal é debater, analisar e interpretar coletivamente, com membros da comunidade universitária e da comunidade externa à UNIFAL-MG (principalmente docentes da educação básica), obras literárias nas quais diferentes formas de violências e de autoritarismos tenham se convertido em temas e, também, em problemas estético-formais. Serão privilegiadas, sempre que possível, obras literárias publicadas na América Latina, bem como serão utilizados planos e propostas para o ensino de História elaborados no projeto de extensão.
Objetivos
Como se disse, neste curso, o objetivo principal é debater, analisar e interpretar coletivamente, com membros da comunidade universitária e da comunidade externa à UNIFAL-MG (principalmente docentes da educação básica), obras literárias nas quais diferentes formas de violências e de autoritarismos tenham se convertido em temas e, também, em problemas estético-formais.
ODS 4 – Educação de Qualidade;ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes
Justificativa
A oferta do curso se justifica pelo menos em dois níveis: do ponto de vista acadêmico, a proposta se vincula a uma área de investigação em crescente expansão, no Brasil e em outras partes do mundo, na qual obras literárias produzidas ao longo do século XX e no início do século XXI são investigadas e debatidas com o intuito principal de discutir quais representações de violências e de autoritarismos estão nelas veiculadas e, portanto, circularam e circulam em diferentes sociedades; do ponto de vista social, trata-se de proposta que se justifica pela relevância de se debater, de todas as formas e as perspectivas possíveis, as variadas formas de violência e de autoritarismo, para que seja possível combater, no âmbito do ensino de História e além, as manifestações reacionárias de revisionismo ideológico e de negacionismo. Enfim, há interfaces
inescapáveis do projeto com as discussões da área de Literatura (dos estudos literários e teórico-críticos), da subárea de Ensino de História e da subárea de História Pública, domínios de investigação e de produção de saberes da grande área de História fundamentais para o Laboratório de História Pública, programa ao qual o curso (e o projeto do qual ele deriva) se vincula.